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Mostrando postagens de agosto, 2022

A minha cápsula do tempo: Uma pérola encontrada em meio aos textos mofados da juventude

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  — Leitor amigo, hoje eu tive uma bela surpresa! — Revirando os textos do blog Café e Rodoxina para utilizar na série A minha cápsula do tempo , eis que eu encontro uma pepita de ouro em meio aos escritos bagunçados da minha juventude. O mais impressionante, meus caros, é que este texto exemplifica bem o propósito da criação de uma cápsula do tempo : empacotar o presente intencionalmente para o futuro, de modo que eu possa revisitá-lo sempre que eu quiser — e precisar O texto original é intitulado No ônibus . E conta, de maneira surpreendentemente bem humorada, um assalto que ocorreu no ônibus, quando eu voltava para casa naquele dia. Um dia que poderia ser comum e ordinário se tornou um momento memorável e digno de nota. E, com o auxílio da minha cápsula do tempo, eu pude reviver aquele momento em detalhes e dar algumas boas risadas. No ônibus Modificado a partir do texto original do blog Café e Rodoxina, publicado em 16 de novembro de 2009. Parece engraçado oque eu vou dize...

A minha cápsula do tempo: Sobre quando uma criança resolveu brincar com o martelo de Nietzsche

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No Genealogia da Moral , Nietzsche demonstra como os Escravos e os Sacerdotes se reúnem na sua vingança contra os Fortes: Os Escravos, cansados da vida, fracassados e ressentidos, desejam descarregar o seu ressentimento em um culpado. Os Sacerdotes, por sua vez, oferecem aos Escravos um culpado para que estes possam descarregar o seu instinto de vingança. Seja ele a burguesia, o mundo, a carne e etc. Hoje, na série de textos A minha cápsula do tempo , eu quero compartilhar um escrito da juventude que revela todo o ressentimento que me consumia nos tempos de mocidade. Este texto, publicado originalmente no blog Café e Rodoxina , foi intitulado de Nostalgia . Mas hoje me parece o grito de desespero do jovem fracassado que eu era. Todo o meu ser desejava descarregar o meu ressentimento em algo ou alguém. — Esta é a minha justificativa para um texto tão desconexo e repleto de clichês, caro Leitor. — Quando jovem, eu segui de maneira singular o método de Nietzsche: me tornei uma metralha...

A minha cápsula do tempo: Textos mórbidos demais para permanecerem no passado

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  Hoje eu quero aproveitar a oportunidade propiciada por esta série de textos, A minha cápsula do tempo , para falar sobre um tema que causa arrepios a todos aqueles que são amantes da vida, assim como eu: Eu quero falar sobre a morte. — Sim, leitor. Eu vou escrever sobre esta questão que, segundo Camus, é o único problema relevante da história da filosofia . Todavia, eu me recuso a contruir um ensaio filosófico sobre o tema — Deixemos isto para os filósofos hábeis, como Camus — Por isso, eu optei por contrastar a visão que eu tinha sobre a morte na minha juventude com a visão que tenho agora, depois de adulto. Eu farei isto através do contraste entre os meus escritos das duas épocas. — Vocês irão ficar surpresos com o quanto me tornei pessimista. E certamente irão também me acusar de niilismo, leitores ingratos! — No entanto, eu quero levar vocês à esta reflexão: ao choque entre a perspectiva otimista de um jovem, que acredita que pode viver para sempre, e o adulto de 30 anos,...