A minha cápsula do tempo: Repostando textos dos quais eu não me orgulho
Dando continuidade a série de textos A minha cápsula do tempo , na qual eu reposto alguns textos da minha juventude publicados no blog Café e Rodoxina , lá pelo final da primeira década deste século. Aqui vai um texto que eu não me orgulho de ter publicado por causa do seu caráter um tanto misógino. O leitor atento até me perdoará os já costumeiros erros ortográficos e as construções argumentativas pueris destes escritos. Todavia, este certamente se perguntará sobre o porquê de repostar este texto aqui, não seria melhor deixá-lo no passado? — A questão, caro leitor, é que eu me recuso a ser parcial com quem eu era. Eu não posso agir de modo a amputar a imagem daquele garoto para fazê-la caber no leito de Procusto! Eu preciso me apresentar por inteiro, mesmo com todas as contradições da minha juventude. — Toda vez que isto acontece, quando as minhas memórias começam a me assombrar e a revelar todo o ressentimento que me consumiu na mocidade, começa a vir à minha mente a frase de Bentinh...